Quando começamos um ano, estamos em momento de entusiasmo, a energia se renova. E a energia dos inícios é diferente da energia de manutenção. 

Gosto desses marcos no calendário que nos ajudam criar rituais de encerramento e início de ciclos. Por isso final de ano e ano novo sempre me trazem bons momentos de reflexão, de balanço do caminho percorrido, organização dos planos. Há uma vibração no ar. Vejo meus alunos postando fotos de seus planos, meus mentorandos criando novos planners ilustrados com seus projetos de 2018, vejo meus amigos criando listas no facebook com seus objetivos. Há um clima de celebração pelas 365 novas oportunidades.

Acontece que a energia para o novo, para o início, é bem disponível e se mostra bem presente – ainda mais quando nos unimos coletivamente para vibrar pelo novo, como é caso da virada do ano. É uma vibração parecida com essa energia do impulso na beira da piscina que nos ajuda a avançar com mais empenho aqueles primeiros metros percorridos à nado.

Acontece que essa energia do início é, como o próprio nome já diz, uma energia do início. Ela aos poucos se dissipa e sua natureza precisa ser transformada em outra coisa, no caso em energia de manutenção.

Ao longo dos meus últimos anos uma das minhas principais curas tem sido em relação à energia da manutenção. Minha filha foi minha primeira mestra quando o assunto é manutenção, a maternidade é essa maravilha do estar sempre ao lado, do estar sempre disponível, do “estou aqui para o que precisar”. Ao me manter presente e disponível como mãe aprendi lições sobre o tempo diferente da manutenção, do manter vivo. Foram as trilhas e as montanhas também minhas mestras. Perceber que o passo a passo fazia diferença foi o que modificou a relação que tenho com tudo o que estou construindo na minha vida – sejam meus negócios, seja um livro que escrevo, seja esse texto a postar no meu blog. De letra em letra, de linha em linha, é graças ao me manter aqui, graças ao dar continuidade que o texto nasce, que os projetos ganham vida e se tornam sustentáveis.

E apenas 3 anos depois de ter concluído meu doutorado, numa conversa com o Eduardo Giannetti, esse homem que tanto admiro, que percebi que meu próprio doutorado em sustentabilidade tinha me ensinado principalmente sobre a manutenção, sobre manter vivo, sobre fazer a coisa se sustentar. É uma lição importante em nossas vidas cada mais mais cheias de estímulos que surgem de todos os lados e nos tiram o foco, a atenção e a força de manter ativo algo que já não tem mais todo aquele brilho do recém descoberto.

Portanto, para esse ano novo de 2018 que nasce, eu não só te desejo ENERGIA DE MANUTENÇÃO, como também eu te presentearei com conteúdos de inspiração para que você reúna suas próprias forças para se manter alinhado aos seus objetivos, sonhos, metas, missão e propósito ao longo do ano.

Crie um especial gratuito que se chama “7 passos para desenvolver o negócio”.  Teremos vídeo, conteúdo em pdf, teremos grupo de discussão. E eu te convido a participar. Minha fala será em torno dos negócios, afinal é tempo de celebrar o novo ano de inscrições para o Clube dos Impulsionadores – o Clube está em seu ANO 5 de vida -, mas as mesmas sabedorias que se aplicam ao negócio, você aplica em TUDO na sua vida. Começamos o especial dia 10 de janeiro e seguimos juntos até dia 17 de janeiro. Para se inscrever e participar comigo, você pode cadastrar seu email ou seu WhatsApp seguindo as orientações dessa página: clique aqui. 

Paula Quintão
07 de janeiro de 2018

Autor

Paula Quintão segue a desvendar os mundos internos e externos. É escritora & mentora de escritores, transição de vida e negócios digitais. Doutora em Sustentabilidade, montanhista, paraquedista e mergulhadora. Mãe da Clara. Criadora da Escola de Rumos, do Portal Coragem Para Empreender e da Editora Suban a Los Techos, autora do livro Para Sempre Um Novo EU (2012) e O Caminho Que As Estrelas Me Viram Cruzar (2017). Escreve semanalmente dentro das temáticas autoconhecimento, escrita, transformação de vida e empreendedorismo em paulaquintao.com.br