Hoje meu negócio tem seus 4 anos de vida. Foi em março de 2013 que iniciei minha jornada como empreendedora.

Eu era um misto de coragem e medo, um misto de vontade e medo.

E a medida que os caminhos foram se formando sob meus pés, pude perceber que eu era menos medo e mais ação, menos medo e mais realização. Talvez seja assim para todas as áreas de nossas vidas, diante do novo sentimos medo. E diante do conhecido conseguimos agir com mais leveza.

Acontece que em meu negócio uma percepção sempre foi constante. A de que eu precisava agir.

E não precisava agir por agir, fazer por fazer. Eu precisava criar ações que se conectassem umas às outras e me levassem para mais próximo do resultado que eu desejava, para mais próximo das minhas metas.

Foi graças à ações conectadas umas às outras, que formavam uma grande sintonia, uma grande orquestra, que meu negócio pode ao longo dos anos produzir a música que ele produz hoje. Mesmo assim, há cerca de um ano, eu ainda tinha um certo estado de tensão sobre estar fazendo tudo o que realmente eu precisava fazer. Será que estou esquecendo ou deixando de fazer alguma coisa importante? Era minha pergunta dia após dia. E viver em estado de tensão é o contrário do que quero para minha vida.

Foi quando, numa manhã quase madrugada, chegando a São Paulo, fui para o Starbucks da Haddock Lobo e nele cuidei para criar categorias de ação, ou seja, formas de agir que tocam a mesma música, geram a mesma linha de resultados, pude chegar a um caminho que trazia muita leveza e muita clareza para meu negócio.

Desde lá estou testando as categorias a cada semana, olhando para elas com cada vez mais clareza. Chegou agora o momento de transformar essas categorias em partilhas públicas, uma delas o curso online da Escola de Rumos, A Roda da Vida do Negócio.

Planejamento, produção, expansão dos pontos de contato, geração de renda, manutenção, estudos e aprimoramentos e pós-contato. São essas as 7 áreas que hoje sinto serem essenciais para o negócio se fortalecer dia após dia, trazendo os resultados e se alinhando cada vez mais com a música que desejamos que ele toque.

O negócio, tal como a vida, pede por harmonia, pede por equilíbrio dinâmico. Tudo o que está vivo precisa ser continuamente alimentado para se desenvolver. E assim todas as áreas de nosso negócio. A harmonia é a chave para o bem viver, também o bem viver do empreendimento.

Paula Quintão

07 de maio de 2017

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Autor

Paula Quintão segue a desvendar os mundos internos e externos. É escritora & mentora de escritores, transição de vida e negócios digitais. Doutora em Sustentabilidade, montanhista, paraquedista e mergulhadora. Mãe da Clara. Criadora da Escola de Rumos, do Portal Coragem Para Empreender e da Editora Suban a Los Techos, autora do livro Para Sempre Um Novo EU (2012) e O Caminho Que As Estrelas Me Viram Cruzar (2017). Escreve semanalmente dentro das temáticas autoconhecimento, escrita, transformação de vida e empreendedorismo em paulaquintao.com.br