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Paula Quintão

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Se tornou um clássico em meus domingos estarmos juntos pelo texto da semana. Só que para ontem, dia das mães, não enviei email, nem postei texto. E aqui estou hoje para te abraçar pelas palavras. Receba cada uma delas.
 
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Dia das mães. 
 
Manhã de sol. 
 
Celebrávamos juntas eu e minha irmã nossos dia das mães ao lado da nossa mãe, a rainha das rainhas Nara. 
 
Estava meu pai, estava minha filha.
 
Preparamos juntos uma mesa de café da manhã. 
 
Na casa dos meus pais tudo é florido, é colorido. A casa tem vida de tanta vida que minha mãe está sempre a cuidar, a plantar, a regar, a pintar, a cozinhar, a limpar, a preencher de luz. E a mesa de delícias, como se pode imaginar em terras mineiras, estava irresistível. 
 
E foi uma manhã de risos e histórias, fotografias e memórias. Foi bem especial nosso dia das mães juntos. 
 
Então não escrevi texto de domingo. Porque estava por dentro escrevendo um dia de presença. 
 
Depois vim pra casa. Cuidei das rosas que comprei na feira de sábado, cuidei das roupas a guardar.  E fui me maternar um pouco, me fazer um agrado. E pra esse domingo era meu tricô… eu e a lã colorida, de brilho, de maciez, de cores fortes. Entre um ponto e outro, eu e meu coração, eu e meu lado mãe, eu e meu lado filha. Entre um ponto e outro uma oração, um agradecimento, um mantra, uma luz. 
 
Eu e cada ponto do tricô, e a alegria por ser dia das mães. Por ser domingo. 
 
Por estar viva e por ter ao meu lado pessoas que amo e são tão especiais. 
 
Para todas as mães, ontem me conectei a vocês em vibração e meditação. 
 
Para minha mãe e para meu pai, minha gratidão infinita pela vida. 
 
Um bela semana para nós,  
Paula Quintão.
 

Hoje meu negócio tem seus 4 anos de vida. Foi em março de 2013 que iniciei minha jornada como empreendedora.

Eu era um misto de coragem e medo, um misto de vontade e medo.

E a medida que os caminhos foram se formando sob meus pés, pude perceber que eu era menos medo e mais ação, menos medo e mais realização. Talvez seja assim para todas as áreas de nossas vidas, diante do novo sentimos medo. E diante do conhecido conseguimos agir com mais leveza.

Acontece que em meu negócio uma percepção sempre foi constante. A de que eu precisava agir.

E não precisava agir por agir, fazer por fazer. Eu precisava criar ações que se conectassem umas às outras e me levassem para mais próximo do resultado que eu desejava, para mais próximo das minhas metas.

Eu te recebo, Maio.
 
Maio, mês lindo das mães, do feminino que acolhe, cuida e acalenta, que seja muito bem-vindo.
 
Daqui preparando movimentos bem especiais para nossos dias. Iniciamos com a Jornada Pelas Ações Empreendedoras, uma iniciativa gratuita para falar sobre a essência do empreendedorismo, aquela que está a percorrer nossa veia todos os dias. Aqui nas minhas redes você encontra os detalhes.
 
Acontecerá também o lançamento do meu novo curso para empreendedores organizarem suas ações com mais presença e se conectarem às categorias de ação, elas que são super valiosas em meu dia a dia. Uma verdadeira maternagem do nosso tempo e da nosso cotidiano empreendedor, você vai adorar.
 
Pela editora Suban A Los Techos tem o relançamento do meu livro digital Viagem Com Propósito e a maravilha de poder partilhá-lo em formato de audiobook. Aguarde que está ficando muito lindo.
 
A Escola de Rumos torna todos os seus cursos vivos e os alunos da Escola passam agora a receber em sua casa lindezas que acompanham a experiência de conhecimento online. Tudo bem artesanal, bem cheiroso, bem cheio de afeto.
 
Também minha Conversa Sobre Marketing Digital ganha um livro digital baseado na sessão ao vivo que aconteceu no final do ano de 2016. O vídeo está disponível no meu canal do youtube e também no site do Coragem Para Empreender. O livro digital está ficando bem especial.
 
Na última semana do mês abrirei uma vez mais as vagas para análise de posicionamento em seus sites e redes sociais. Esse é um serviço que pode adiantar anos luz para a comunicação do seu negócio. Serão 5 vagas que oferecerei a cada mês e aqui nas minhas redes e também no Portal Coragem Para Empreender você poderá acompanhar alguns drops de análise e saber a data de se inscrever para o mês de junho.
 
Meu livro Para Sempre Um Novo EU chega à Amazon também esse mês. Mais um espaço para que possa adquirir seu exemplar e caminhar comigo rumo ao topo do Monte Roraima.
E todos os domingos no meu paulaquintao.com.br meu texto de domingo e ao longo do mês novos textos para o Coragem Para Empreender.
 
Dia 28 de maio, fechamos o mês com um ao vivo bem especial sobre O plantio e a colheita na vida empreendedora, uma visão da perspectiva do maternal o negócio.
 
Assim caminhamos ao longo dos 31 dias que compõem MAIO. Que seja uma bela jornada, um belo tempo para nós.
Paula Quintão
 
#paulaquintao #escoladerumos #subanalostechos #coragemparaempreender

Receba meu texto que desde 2013 sinto luz em republicá-lo em tempo de páscoa.

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Numa linda manhã de sol, recebo o domingo de páscoa. Recebo com toda a receptividade para o simbolismo do momento: a renovação. No mais profundo silêncio vou abrindo as gavetas, as caixas, os armários, as mochilas com tudo o que guardei ao longo da vida. Reviro tudo o que há em minha casa, em minha história e em minha alma, numa busca pelo significado de tudo o que coletei. Há coisas que não são mais necessárias e posso entregá-las para outras pessoas usarem, coisas que posso deixar pelo caminho para que floresçam, há tudo o que guardei nas gavetas, itens que podem ser colocados no lixo ou como enfeite na mesa da sala, há peças que nem ficam mais bonitas em mim e não vou querer mesmo usá-las, há uma nova forma de olhar o que tenho para seguir com menos e sentir mais. A casa fica mais leve, os espaços ficam mais livres, a energia flui.

E então, num canto silencioso da casa limpa, é possível sentar e vasculhar os pensamentos, as crenças, as falas que estamos repetindo para nós mesmos dia após dia. É possível (e preciso) olhar com o mais amoroso sentimento as minhas escolhas, minhas atitudes, minha impressão da vida, meu modo de priorizar uma e outra coisa, minha relação com as pessoas queridas que estão em minha vida;  olhar minhas dificuldades, minhas amarras, minhas ansiedades, meus desejos, meus avanços, enxergar tudo para sentir o que precisa ser renovado, o que pode sair do lugar, o que já não é mais útil e pode ser deixado pelo caminho, para que assim, num ato de renovação eu me sinta mais leve e com isso mais livre.

Sei que a liberdade está no nosso olhar sobre nós mesmos e tudo o que levamos em nosso interior, nossa história. Sei que é o olhar que nos aprisiona pois ele pode ser muito cruel, muito questionador, muito crítico. E sei que somente eu posso  modificar esse olhar, enchê-lo de amor, porque o amor é o sentimento que mais nos impulsiona a olhar com profundidade para algo, um olhar de muita compreensão e afeto. Sei que a liberdade brota do espírito quando ele vai soltando as amarras, uma a uma, até que num momento decide seguir com o mínimo, seguir se amando, e assim alcança a libertação, ganha asas, acessa seu lado divino. Sei que quanto  mais amorosos somos com o ser em crescimento que há dentro de nós, mais livres podemos ser.  Que a páscoa traga essa renovação de tudo o que carregamos, do olhar sobre nós mesmos, deixando a vida mais leve, o coração mais sereno, o divino mais evidente, a alma mais liberta.

Paula Quintão

31/03/2013

 

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Durante o tempo que morei em Manaus um dos projetos vivos era meu blog de escritos Manaus pra Mim e numa altura da coisa criei também uma revista digital que era uma outra forma de produzir conteúdo. Era bem linda a Manaus Pra Mim Em Revista e um dos movimentos que fizemos na época foi uma visita ao município de Anamã, no interior do Amazonas.

Para chegar até lá fomos de barco naquele estilo balança mas não cai que o rio agitado proporciona. Chegamos à bela Anamã e a cidade em poucos minutos ganhou meu coração. Tantas casas coloridas criavam uma atmosfera de um conto de fadas tipicamente amazônico.
E uma das programações que tínhamos era visitar uma comunidade indígena nas redondezas da cidade. Lá vamos nós, dessa vez de voadeira, e avançamos até chegar na comunidade.
Chegar à comunidades indígenas, todas as vezes que pude vivenciar essa experiência, me traz uma sensação de olhos arregalados de curiosidade e ao mesmo tempo um silêncio e um caminhar de respeito.
E enquanto éramos recebidos e nos explicavam como a comunidade se organizava, o que plantavam, como era viver ali, pelo caminho estava um grupo de crianças super entretidas com uma brincadeira.
À medida que fui me aproximando, percebia minuto a minuto o que era a brincadeira.