Posts for Piracanga

PIRACANGA NOS ENSINA A VER

Paula Quintão | 9 de julho de 2015

Há três anos uma grande amiga que as trilhas do Monte Roraima trouxe para minha vida me escreveu um e-mail para contar que tinha conhecido Piracanga. Em poucas linhas descreveu a magia do lugar e se despediu com uma ordem muito simples “você TEM que ir lá, vai escrever outro livro”.

Acreditei na Flávia na mesma hora e desejei, a partir daquele instante, que os ventos me levassem a Piracanga. E ao longo dos últimos três anos, entre idas e vindas, aquele pontinho no mapa, ao sul da Bahia, banhado pelo mar e entrecortado pelo rio, ficou no meu horizonte, esperando, pacientemente, o momento de se tornar realidade.

Pois o momento chegou. Junho de 2015. Marquei no calendário, entrei no site dezenas e dezenas de vezes conferindo a programação, reservei orçamento, ajeitei passagem e me liberei por 12 dias dos meus movimentos para ir ao retiro de leitura de aura.

“Piracanga tem rio, tem mar, tem floresta”, era o que eu repetia para mim mesma e para quem me perguntava onde eu estava indo. Minha única expectativa era estar em Piracanga, nada mais, só estar… o que quer que estivesse reservado para esses dias se revelaria.

 

E assim eu fui. E ao chegar a Piracanga, tudo o que eu dizia era… “estou impressionada”, porque não havia palavras ou frases longas para sintetizar o que eu vivia naquela ecovila de simplicidade única.

A dimensão de beleza de tudo o que se passa naquelas terras e águas nos toca profundamente e nos faz olhar para vida enxergando outras cores, outros sons, outros brilhos.

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DA LEVEZA DO RISO

Paula Quintão | 26 de junho de 2015

A vida costuma nos endurecer com a seriedade. Crescer e amadurecer são quase sinônimos de nos manter sérios. E então vamos, pouco a pouco, endurecendo a alma para a simplicidade do que é engraçado.

“Estou falando sério!”

“Não é hora para brincadeiras”

“Leve a vida à sério!”

Vamos nos afastando, pouco a pouco, da risada com nossas vidas apressadas, nossos trabalhos rígidos, nosso trânsito de cada dia, nossas brigas e discussões em família, nossa busca por foco e resultado. Rir vira uma grande perda de tempo.

E então, sem nos darmos conta, perdemos a capacidade de rir. Sequer nos damos conta que estamos há dias, meses… sem dar uma boa e profunda risada.

Há uma criança dentro de nós que se mantém viva esperando, ansiosamente, por esses momentos de riso. E a criança é sempre de muita leveza, muita magia e muita pureza. É essa criança que resgatamos com a graça, o humor e a risada.

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