Há um dia especial do ano em que preparamos as fitas vermelhas, as lãs de proteção para serem usadas no punho esquerdo. Acontece na fenda da matriarca Rachel, essa que nos ensina a ter o coração compassivo e “chorar a dor do outro”. Tudo isso simbolicamente tem grande força e beleza. Nada como viver a fenda e a conexão para percebermos.
No fio vermelho imantamos as orações e intenções de proteção. E esse fio é amarrado com sete nós com a oração da Ana Bekoach no pulso esquerdo, o lado do corpo onde recebemos do mundo. O lado esquerdo é aquele que recebe (feminino yin), o lado direito do corpo é aquele que entrega (masculino yang).
A lã é um ato de lembrança simbólica. Um memorial.
Proteção, do latim protegere, quer dizwr “cobrir à frente”, não é fechar-se. É com presença ativa amparar o que é vulnerável em nós. Um escudo de consciência que diz: “aqui há propósito”.
A Lã Vermelha é vermelha por fora, relembrando o julgamento e o rigor que tratamos o outro e na mesma medida seremos julgados (glóbulos vermelhos), “julgueis e sereis julgados”; e em seu miolo, por ser uma lã, ela é branca, cor base da misericórdia e benevolência (glóbulos brancos), “amai uns aos outros”.
🌹✨❤️🔥 dedico as lãs preparadas hoje ao Clube dos Impulsionadores 2025, enviarei a vocês pelos correios essa semana.