Nos meus estudos da Torá um dos ensinamentos que mais reflito todos os dias e vejo o quanto a aplicação faz diferença é o mandamento de honrarmos pai e mãe. Quando há um mandamento divino (que não é externo a nós e sim interno), trata-se de uma instrução a nosso favor, sempre. A visão sistêmica mapeada por Bert Hellinger conseguiu traduzir bem esse mandamento demonstrando os efeitos em nossa vida quando nos desconectamos da fonte Pai e Mãe, que vieram antes, nos deram a vida e junto dela o acesso aos recursos que serão valiosos em nosso caminho de vida, tanto aqueles que foram recebidos diretamente como aqueles que sabiamente precisaram faltar.
Também foi nos estudos cabalísticos que ficou claro pra mim que o honrar o nosso pai tem a ver com estabelecer uma conexão vertical (eu e Deus) e honrar nossa mãe tem a ver com estavelecer uma conexão horizontal (eu e os outros). Pontes. Relações. Trocas. As mesmas pontes se fazem presentes em nosso DNA, as mesmas pontes que nos dão acesso a toda a ancestralidade e suas sabedorias partilhas, as mesmas pontes que fazem com que possamos avançar em transformações a partir daqui. Honrar pai e mãe é a única forma de vivermos uma vida em um máximo potencial de confiança e troca, avanços e riquezas.
Associarei também esse tema aos negócios hoje no texto para a Escola de Preceitos em Marketing Sistêmico, logo mais partilho pelo canal do instagram.