Tudo está em nós, por Paula Quintão em acesso akáshico de 18.05.21.

Percebo que a floresta na verdade é uma biblioteca. E que seus troncos, galhos e folhas guardam histórias vividas não só ali mas em toda a história da humanidade.

“Essa biblioteca não está nas árvores ou nos livros, está dentro de nós”, ouço vindo de alguma direção as palavras orientativas do seu Eu Superior.

“Há dentro de cada um de nós essa biblioteca inteira. Ela está acessível. A porta fica sempre aberta. Mas uma porta aberta nem sempre quer dizer que nos permitimos adentrar. Podemos sequer perceber que a porta está aberta. E continuamos a pedir por respostas, mas as que estão disponíveis não queremos abrir para ler. Não querermos receber as respostas que nos tiram desse momento em que estamos perdidos em meio a uma floresta”.

“É comum ficarmos perdidos. Isso acontece quando nos colocamos em lugar desconhecido. Esse desconhecido não nos dá indicações de pra onde ir. Simplesmente não sabemos o que fazer. Mas há uma insistência no estar perdido. Porque há um problema anterior à confusão de se estar perdido: não saber o que exatamente se direciona a. Quem não tem uma direção não pode estar perdido, porque só está perdido quem não sabe por onde continua seguindo seu caminho. Mas quem não estabeleceu uma direção não está perdido. Pode estar solto. Pode estar vagando. Pode estar confuso. Pode estar em dúvida. Mas não está perdido. O perdido sabe que segue em direção a algo”. // 🪻🌳🌲 Campo de Lavandas, em Araucária, um achado da Nay @familiarebello que ganhei de presente conhecer. 

Texto de Domingo

A carta semanal de Paula Quintão, notas do seu passo a passo, sabedorias coletadas em seu email.