Densidade x Transmutação

DENSIDADE x TRANSMUTAÇÃO // Estou aqui em São Paulo. Ontem estava caminhando pela Paulista a passos meditativos me aquecendo no sol. Estava em paz. Sentindo tranquilidade. Mas mesmo assim chega um momento que fico exausta. Cansada. Esvaziada. Tem algo que se passa e estou me convencendo (em minhas explorações científicas comigo mesma) que se trata de um mecanismo de sobrecarga do sistema por excesso de densidade. O que é densidade? É tudo aquilo que entra por nossos sentidos. Estímulos. Percepções. Sons. Imagens. Emoções. Reflexos. Alimentos. Conhecimentos. Tudo o que entra. Tudo o que produz matéria (material). São Paulo é portanto densa. Denso não é ruim. Nem bom. Só que o que é denso precisa ser transmutado. Queimado. Usado. Digerido. Precisa ser processado. Isso explica a agitação típica da cidade. A pressa. A velocidade como tudo acontece. Explica também muito do que aconteceu com meu corpo nos anos em que morei aqui: peso. Outro efeito de um corpo denso é o aparecimento de doenças. Ou seja, muita entrada de densidade e transmutação aquém do que adentrava. Não só São Paulo densifica, obviamente. Mas sim tudo aquilo que entra pelo nosso sistema onde quer que estejamos: leituras, livros comprados, conhecimentos adquiridos, cursos e mais cursos feitos, conversas enriquecedoras, séries e filmes que acrescentam, o que servimos ao prato, o atendimento de um cliente. Densifica porque produz matéria. Como eu disse, nem bom, nem ruim. Apenas é como é. // ~ desenvolverei com mais detalhes esse argumento no curso do Peso, acabei de fazer uma lista de tudo aquilo que na minha vida significa densificar e tudo o que significa transmutar. E isso vai me ajudar demais pelos próximos passos. A quem já está no curso, avisarei por email sobre esse extra. Abraços! Paula Quintão.